sexta-feira, 24 de abril de 2009
Vacas na Índia!
Realmente é impressionante o número de vacas na Índia.
Elas andam por aí, nas ruas, como se fossem donas!
Fiquei assustada quando umas tres vacas fecharam uma passagem e um homem batia na bunda delas e "Ooooow....Ooooow...." calmamente elas iam caminhando para o outro lado.
Um vilarejo que eu visitei tinha mtos cocôs de vaca moldados em formas de pizza, descobri que eles secavam o esterco e utilizavam como carvão. IECAAAAAAAAAAAAAAA!!!!!!!!
E sim, cheguei a comer comidas preparadas neste "carvão"...o gosto é...orgânico.
quarta-feira, 1 de abril de 2009
Voltando as raízes...
Em 28 de abril de 1908, o Kasato Maru zarpou de Kobe, tendo a bordo 781 emigrantes destinados à lavoura paulista.
E 100 anos depois, cá estava eu no mesmo lugar que os meus tataravós estavam quando sairam do Japão e embarcaram na aventura de vir para o Brasil.
Fiquei lá parada, durante alguns segundos...
Toda uma história passou pela minha cabeça...
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domingo, 5 de outubro de 2008
terça-feira, 9 de setembro de 2008
Sem roupa na Índia!

Quando cheguei em Delhi depois de um fifilhão de horas de voo e mais de trocentas horas de espera no aeroporto, desci do avião meio torta e fui pra esterinha procurar minha mala....passou uma...duas...vinte....e nada...foi diminuindo o número de malas...até que ....nada....
AAAAAAAAAAAA....sem mala!!!!
Fui até o balcão..."Information" e uma indiana meio gordinha e com cara de "estou fazendo hora extra", falou no inglês mais bizarro que eu já ouvi em toda a minha vida:
Rou can I helrupiu? - Posso te ajudar, fia?
Yes, please....ammm....baggage....lost....help me!!! - AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA!!! Socorro!!!
Sori?!?! - Não entendi p. nenhuma, fia!
Aí, apareceu o salvador, um senhor indiano, mas parecia que trabalha em outro país, pois o inglês dele era possível de entender. Ele falou para a moça que a minha mala não havia aparecido e a dele também não.
Ela me mostrou umas figuras com diferentes malas e eu apontei para uma tipo escoteiro,
ela balançou a cabeça como se destestasse esse modelo...???
A moça digitou alguma coisa no computador e...
Ow, suas malas estão no voo para a China, mas estarão aqui em 2 dias!
Ficar sem roupa na Índia? Será que é uma boa comprar um sari?
quinta-feira, 28 de agosto de 2008
Salsicha branca em Munich!
Prato de Weißwurst
Weißwurst ou Weisswurst (literalmente salsicha ou lingüiça branca) é um prato muito consumido na Alemanha, sobretudo na região da Baviera.
É confeccionada a partir de carne de vitela, finamente picada, e toucinho de porco fresco.
É normalmente temperada com salsa, limão, cebola, gengibre e cardamomo, apesar de existirem outras variações.
A mistura é introduzida em tripas de porco frescas e limpas, sendo em seguida separada em salsichas individuais, de cerca de 10cm de comprimento e cerca de 2cm de espessura.
Na Baviera as porções são gigantes! Será que é por isso que os alemães são grandões?
Dica: comer com mostarda doce! hummmmmmm
domingo, 17 de agosto de 2008
Tango Argentino
O Tango é a trilha sonora da Argentina, nas esquinas ouvimos e vamos casais com o balanço, com chapéu, elegancia, vestido com rasgo de mostrar a perna!
Assisti um show oficial de tango no El Viejo Almacén, o show é fantástico...já a comida....
"Edmundo Rivero fue un cantante, guitarrista y compositor argentino de tangos. Nació el 8 de junio de 1911 en Puente Alsina , en la ciudad Avellaneda en los suburbios de la ciudad de Buenos Aires (Buenos Aires, Argentina).
A fines de la década del cuarenta se perfiló con una de las voces mayores del tango. Participó en los filmes El cielo en las manos (1949) y Al compás de tu mentira (1951). En 1969 inauguró el local El Viejo Almacén, que se convirtió en uno de principales centros tangueros porteños."
segunda-feira, 11 de agosto de 2008
Chile
Vinícola Concha Y Toro, linda!!!
Vinho bão demais!!!
Dos famosos vinhos Casillero del Diablo!
Uma das vinícolas chilenas mais conhecidas no Brasil batiza um dos bairros tradicionais de Santiago: Concha y Toro.
Isso dá uma idéia da importância da marca para o país.
Tudo começou com Don Melchor de Concha y Toro, fundador da vitivinícola em 1883, no vale del Maipo --região que abriga as mais tradicionais vitivinícolas do Chile.
Alguns vinhos, como o Casillero del Diablo, cuja tradução da primeira parte pode ser adega ou porão, ainda trazem histórias e lendas centenárias. Conta-se que, depois de 20 anos adaptando uvas viníferas de Bordeaux, na França, em solo chileno, Don Melchor passou a reservar para si as melhores safras.
Entretanto para evitar "sócios" nessas reservas especiais, espalhou o rumor de que o diabo vivia no porão onde descansava o vinho das ricas garrafas. Aquele vinho se foi, mas o diabo ficou. Pelo menos no nome.
O Casillero não é o único vinho da tradicional vinícola. Há o Marques de Casa Concha Cabernet Sauvignon 2001, que tem a vantagem de poder ser tomado imediatamente, segundo os degustadores especializados; e o Marques de Casa Concha Merlot 2001 do vale do Rapel, de sabor achocolatado e pouca acidez.
Da mesma vinícola são o Trio Gewürztraminer 2001 de aroma frutal e ótimo para acompanhar uma refeição típica japonesa; e ainda o Terrunyo Sauvignon Blanc 2001, com sabor de mel.
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